quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Chibi Gagas 3!!

Anadei preparando uma coleção pra vocês, com umas Gagas que tenho visto por aí...
Aproveitem!!!






terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Parabéns!!!

Demorou muito pra fazer e pra postar. Foi uma luta quase interminável pra chegar até o computador.
Mas eu tive de fazer uma lembrancinha pra vc:
Parabéns Dite!!!!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Conto de Grimm: A serpente branca

Bom, esse é um conto muito interessante que havia lido já faz um tempinho...
Decidi trazer para vocês. Aproveitem!!

Há muitos e muitos anos, vivia um rei muito celebrado por sua sabedoria.
Nada era oculto para ele. Era como se o conhecimento das coisas mais secretas
chegasse até ele pelo ar. Mas tinha um estranho costume. Quando a refeição do
meio-dia acabava, a mesa era tirada e não havia mais ninguém presente, um criado
de confiança lhe trazia um prato a mais. Esse prato era coberto. Nem mesmo o
criado sabia o que havia ali dentro. Nem ele nem mais ninguém, porque o rei só
tirava a tampa e comia depois que ficava sozinho.
Um dia, depois que isso já acontecia há algum tempo, o criado não agüentou
mais de curiosidade na hora de levar o prato embora. Secretamente o carregou para
seu quarto, trancou a porta com cuidado e, quando levantou a tampa, viu que dentro
havia uma serpente branca.
Depois de ver a cobra, não agüentou ficar sem dar uma provadinha. Cortou
um pedaço bem pequeno dela e o pôs na boca. Assim que o pedacinho da serpente
tocou a língua dele, o criado começou a ouvir sussurros suaves e estranhos do lado
de fora da janela. Quando se debruçou para ver o que era, descobriu que as vozes
que murmuravam eram de pardais conversando, que contavam uns aos outros tudo o
que tinham visto pelos bosques e campos. Provar a serpente tinha lhe dado o poder
de entender a linguagem das aves e dos animais.
Ora, aconteceu que justamente naquele dia desapareceu o melhor anel da
rainha. Como o criado de confiança tinha toda a liberdade para ir onde bem
entendesse no palácio, suspeitaram que o tivesse roubado. O rei mandou chamá-lo e
brigou com ele, dizendo que, a não ser que ele desse o nome do ladrão até o dia
seguinte, seria considerado culpado e decapitado. Não adiantou jurar inocência. O rei
mandou-o embora sem uma palavra de consolo.
Com medo e se sentindo desgraçado, ele foi até o quintal e ficou pensando,
vendo se encontrava um jeito para sair daquela situação. Alguns patos estavam
calmamente sentados na beira de um riacho, à vontade, se alisando com o bico e
batendo papo. O criado parou e escutou. Cada um dizia aos outros o que tinha
acontecido em todos os lugares por onde tinha nadado naquela manhã, e toda a
comida gostosa que tinha comido. Mas um deles disse, queixoso:
— Estou com um peso no estômago... Estava comendo tão depressa que
engoli um anel que estava no chão bem embaixo da janela da rainha...
O criado rapidamente agarrou o pato pelo pescoço, levou-o direto para a
cozinha e disse ao cozinheiro:
— Olha só que pato gordo... Se eu fosse você, assava ele.
— É mesmo... — disse o cozinheiro, pesando o pato com a mão. — Já que
ele se esforçou para ganhar tanto peso, é tempo agora de ir para o forno.
Cortou o pescoço do pato e depois, quando estava limpando a ave para
assar, encontrou o anel da rainha no estômago dela. Com isso, não foi difícil o criado
convencer o rei de sua inocência. Querendo reparar a injustiça que tinha feito, o rei
lhe perguntou se havia alguma coisa que ele desejasse, e lhe ofereceu o cargo que
ele quisesse escolher na corte.
O criado recusou todas as honras e disse que só queria um cavalo e um
pouco de dinheiro, porque desejava ver o mundo e viajar um bocado. O rei logo lhe
deu o que queria, e ele partiu.
Um dia, passando por um lago, notou que três peixes estavam presos nuns
caniços e estavam ficando sem água. Dizem que os peixes são mudos, mas ele
ouviu muito bem como eles gemiam se lamentando, diante da morte horrível que os
esperava. Como era um bom sujeito, desceu do cavalo e pôs os três cativos
novamente na água. Eles puseram as cabecinhas de fora, se abanando de alegria, e
disseram:
— Vamos lembrar disso e recompensar você por nos ter salvo.
Ele continuou seu caminho e, pouco depois, ouviu uma voz que vinha da
areia a seus pés. Prestou atenção e ouviu a queixa do rei das formigas:
— Se os humanos conseguissem manter seus animais desajeitados bem
longe de nós, seria ótimo! Esse cavalo estúpido com esses cascos imensos e
pesados está esmagando meu povo sem piedade...
Ouvindo isso, o criado saiu por um caminho lateral, e o rei das formigas
gritou:
— Vamos lembrar disso e recompensar você...
O caminho levava a uma floresta. Lá, ele viu um casal de corvos empurrando
os filhotes para fora do ninho:
— Fora, seus marmanjões! — gritavam. — Não podemos mais encher as
barrigas de vocês. Já estão bem grandinhos para buscarem sua própria comida.
Os pobres filhotes batiam as asas desajeitados e não conseguiam levantarse
do chão.
— Ainda somos filhotes indefesos... — gritavam. — Como é que podemos
arranjar comida se ainda nem sabemos voar? Vocês vão nos fazer morrer de fome!
Ouvindo isso, o bom jovem apeou, matou o cavalo com a espada e deu sua
carne para alimentar os filhotes de corvo. Eles vieram saltitando, comeram até se
fartar, e disseram:
— Vamos lembrar disso e recompensar você.
Daí para a frente, ele teve que usar as pernas. Depois de muito caminhar,
chegou a uma grande cidade. As ruas estavam cheias de barulho e movimento. Um
homem a cavalo anunciava que a filha do rei estava procurando marido, mas que
quem quisesse pedir a mão dela precisava primeiro cumprir uma tarefa muito difícil e,
se falhasse, perderia a vida. Muitos já tinham tentado, mas arriscaram a vida à toa.
Quando o jovem viu a filha do rei, ficou tão estonteado com a beleza dela que se
esqueceu do perigo, foi até o rei e se apresentou como pretendente.
Foi levado diretamente à beira do mar. Lá, diante de seus olhos, jogaram
n'água um anel de ouro. Depois, o rei lhe disse que ele precisaria ir buscar o anel lá
no fundo. E acrescentou:
— Se você sair da água sem ele, será jogado de volta, tantas vezes quantas
necessário, até morrer nas ondas.
Os cortesãos todos ficaram com pena do jovem e lamentaram sua sorte, tão
bonito. Depois, deixaram-no sozinho na praia.
Ele ficou um pouco ali parado, pensando no que ia fazer. De repente, viu três
peixes nadando em sua direção — justamente os três cujas vidas ele tinha salvo. O
do meio tinha uma concha na boca. Depositou-a na praia, junto aos pés do rapaz.
Quando ele pegou a concha e abriu, viu que dentro estava o anel de ouro.
Todo contente, levou o anel até o rei, esperando receber a recompensa
prometida. Mas a princesa era muito prosa e, quando viu que ele era inferior a ela em
nascimento, desprezou-o e disse que ele ia precisar cumprir uma segunda tarefa.
Desceu até o jardim e espalhou dez sacos cheios de farelo pelo meio da grama.
— Você vai ter que recolher tudo isso até amanhã, antes do sol nascer —
disse ela —, sem faltar nem um grãozinho.
O rapaz sentou no jardim e começou a pensar em um jeito de cumprir a
tarefa, mas não lhe ocorria nada. E lá ficou ele, tristíssimo, esperando que o
levassem para a morte quando o dia nascesse. Mas quando os primeiros raios do sol
chegaram ao jardim, ele viu que os dez sacos estavam de pé, cheios até a borda,
sem faltar nem um grãozinho. O rei das formigas tinha vindo durante a noite, com
milhares e milhares de formigas, e os bichinhos agradecidos tinham juntado todos os
grãos de farelo dentro dos sacos outra vez.
A filha do rei veio em pessoa até o jardim e ficou espantadíssima de ver que
a tarefa tinha sido cumprida. Mas seu coração prosa ainda se recusava a se render.
Por isso, ela disse:
— Ele cumpriu as duas tarefas. Mas não será meu marido enquanto não me
trouxer um fruto da árvore da vida.
O rapaz nem sabia onde ficava essa árvore da vida. Partiu procurando,
resolvido a andar até onde as pernas o levassem, mas sem qualquer esperança de
encontrar.
Uma noite, depois de procurar por três reinos, ele chegou a uma floresta.
Sentou-se debaixo de uma árvore e estava quase adormecendo quando ouviu um
barulho nos galhos e uma fruta de ouro caiu em suas mãos. Ao mesmo tempo, três
corvos desceram voando da árvore, pousaram em seus joelhos e disseram:
— Nós somos os filhotes de corvo que você não deixou morrer de fome.
Quando crescemos e ouvimos dizer que você estava procurando a fruta de ouro,
voamos por cima do mar até o fim do mundo, onde cresce a árvore da vida, e
pegamos a fruta.
Muito contente, o rapaz voltou para casa. Deu a fruta de ouro para a
princesa e, depois disso, ela não tinha mais desculpa. Dividiram a maçã da vida e a
comeram juntos. Aí o coração dela se encheu de amor por ele, e os dois viveram até
a velhice numa felicidade perfeita.

Chibi Gagas 2

Bom, essa semana tive preparando umas chibi Gagas pra vocês... Deu trabalho pra fazer (não sei como Joapa consegue), mas eu consegui.Bom vou começar pela de poker face, aqui vai:









Essa vocês já conhecem né?


PS: Por favor comentem!!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Chibis 7 pecados

Demorou, mas eu consegui fazer as chibis dos sete pecados... Ufa! pensei que nunca ia terminar! Aqui vão elas:

Ira:

Vaidade:

Avareza:

Inveja:

Gula:

 Lúxuria:


Preguiça:
PS: A vaidade está dedicada á um antigo colega meu, que se diz muito vaidoso: Igor.
"Pronto Igor fiz a vaidade..."

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Surpresa!!

Quem já assistiu o filme "O diabo veste prada" sabe, ou talvez não da matéria selva urbana. Pois eu fiquei muito impressionado com as máscaras das modelos e resolvi fazer umas chibis delas...
Por enquanto só tem 3, que fiz hoje á tarde. Com o tempo eu vou trazendo mais...